segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Livro: “Onze Minutos


"Durante toda a minha vida, entendi o amor como uma espécie de escravidão consentida. É mentira: a liberdade só existe só existe quando ele está presente. Quem se entrega totalmente, quem se sente livre, ama o máximo.
E quem ama o máximo, sente-se livre.
Por causa disso, apesar de tudo que posso viver fazer, descobrir, nada tem sentido. Espero que esse tempo passe rápido, para que eu possa voltar a buscar de mim mesma- refletida em um homem que me entenda, que não me faça sofrer.
Mas que bobagem é essa que estou dizendo? No amor, ninguém pode machucar ninguém; cada um de nós é responsável por aquilo que sente, e não podemos culpar o outro por isso."

(...) 

-Paulo Coelho

Estou precisando do seu amor.


As minhas forças já estão acabando e as minhas lágrimas se esgotando. Por favor, atenda o meu pedido dessa vez: Saia dos meus sonhos e venha correndo para a minha realidade. Eu estou precisando de você. Estou precisando de um abraço seu. Estou precisando do seu amor.

O infinito é pouco pra você ?

"Onze minutos"



"Realmente, o amor era a primeira coisa capaz de mudar totalmente a vida de uma pessoa de um momento para outro. Mas existia o outro lado da moeda, a segunda coisa que fazia o ser humano tomar um curso totalmente distinto daquele que já havia planejado: chamava-se desespero. Sim, talvez o amor fosse capaz de transformar alguém; o desespero, no entanto, transforma mais rápido."
 
-Paulo Coelho